Em suas palestras Vilmar Rocha de personalidade elegante, carismática e inteligente, aborda de forma objetiva, envolvente e descontraída, conteúdos atuais importantes e temas interessantes, conduzindo os participantes à reflexão e ao debate.
A sociedade contemporânea exige mais do que representação: clama por presença ativa, integridade ética e inovação transformadora.
Vamos falar sobre isto?
Um símbolo da redemocratização do país, o texto consagrou uma série de direitos e garantias individuais e estabeleceu as regras que devem ser seguidas pelos cidadãos e pelos poderes da República. No entanto, 30 anos depois, muitos avanços previstos não chegaram para milhões de brasileiros e críticas e queixas aos direitos que são cotidianamente negligenciados, como a saúde, a educação, a demarcação de terras indígenas e um salário mínimo digno.
O que devemos fazer?
Os direitos e garantias fundamentais do cidadão brasileiro são instrumentos de proteção do indivíduo frente à atuação do Estado. Eles estão previstos no título II e Artigo 5 da Constituição Federal de 1988.
Os direitos fundamentais, então, são direitos protetivos, que garantem o necessário para que um indivíduo exista de forma digna dentro de uma sociedade administrada pelo Poder Estatal.
Vamos tomar decisões e agir?
– Direitos individuais e direitos sociais.
– A politização dos direitos sociais.
– O novo ciclo em que ingressam os direitos trabalhistas.
– Igualdade de resultados e igualdade de oportunidades.
– Características distintivas do liberalismo social.
– Desemprego: velho fantasma, novos problemas.
O que se deve entender por direitos sociais de cidadania?
A definição e conceitos do populismo clássico e o neopopulismo e contextualizou mostrando exemplos em governos de paises da América latina desde 1930.
Vilmar Rocha faz exame objetivo sobre o populismo, procurando esmiuçar suas peculiaridades, especialmente na forma como se apresentou no Brasil de Vargas e Argentina de Perón.
Atento observador do cenário político nacional e internacional, Vilmar Rocha não se exime de analisar também a volta do fenômeno, nos últimos anos, em países como a Venezuela, Peru e Equador. E como a democracia é ameaçada pelos líderes políticos travestidos de super-heróis do povo.
A palestra aborda os desafios, limites e impactos da liberdade de expressão no ambiente digital contemporâneo, mediado pelas plataformas de redes sociais.
Em tempos de desinformação e afastamento da política, a palestra continua sendo uma das ferramentas mais potentes para despertar, informar e mobilizar.
Quando o Instituto Vilmar Rocha promove palestras sobre Formação Política, Democracia, Constituição e Cidadania, ele está fazendo algo simples e revolucionário: Colocar a democracia para conversar com as pessoas.
Diferente de vídeo, post ou apostila, a palestra cria 3 coisas que são fundamentais:
Objetivo: Tirar o medo e o mito da política.
Muitos adultos e jovens cresceram ouvindo “política não se discute”. O resultado é analfabetismo político.
A palestra mostra que política é: decidir sobre escola, saúde, transporte, segurança. É sobre a nossa vida.
Impacto: Transforma o “não me interesso por política” em “como eu posso influenciar a política”.
Objetivo: Lembrar por que a democracia vale a pena ser defendida.
Falar sobre o que é democracia, como ela foi conquistada em 1988, quais são os riscos do autoritarismo e da polarização. Trazer exemplos práticos: sem democracia não tem voto, não tem liberdade de imprensa, não tem protesto.
Impacto: Cria anticorpos contra discursos que prometem soluções rápidas às custas da liberdade. Forma cidadãos que defendem as instituições.
Objetivo: Tirar a Constituição da gaveta e colocar na mão do povo.
90% dos brasileiros nunca leram a Constituição. A palestra faz recortes temáticos: “Constituição e Educação”, “Constituição e Saúde”, “Constituição e Direitos do Trabalhador”, “Constituição e Juventude”.
Impacto: O cidadão sai sabendo: “Isso é meu direito. Eu posso cobrar.” Deixa de ser súdito e vira titular de direitos.
Objetivo: Transformar conhecimento em ação.
Não basta saber. Precisa agir. A palestra ensina o caminho: como participar de Conselho Municipal, como fazer uma denúncia no Ministério Público, como cobrar um deputado, como funciona a Lei de Acesso à Informação, o que é orçamento participativo.
Impacto: Tira a pessoa da reclamação e leva para a proposição. Forma multiplicadores dentro da escola, empresa, igreja e bairro.
Para muita gente é a primeira vez que ouve que pode fiscalizar um prefeito ou entender uma lei. A palestra acende a chave.
Dá ferramentas práticas. O participante sai com nome de site, de lei, de órgão para procurar. Não sai só inspirado.
Junta jovens, professores, líderes comunitários, servidores. Cria rede. Muita ação cidadã nasce no networking de uma palestra.
Colocar esses temas em auditórios, escolas e empresas diz: “Isso é importante. Isso é para todos nós.”
A palestra aborda os desafios, limites e impactos da liberdade de expressão no ambiente digital contemporâneo, mediado pelas plataformas de redes sociais.
Para não virar “mais do mesmo”, a palestra do Instituto Vilmar Rocha tem:
Zero jargão. Usamos exemplos do bairro, da cidade. Em Goiânia: falar de BRT, de Conselho de Saúde, de Feira do Cerrado.
Perguntas, enquetes, estudos de caso. Cidadania não se decora, se pratica.
Explicamos mecanismos, não defendemos candidato. O objetivo é fortalecer a democracia, não um grupo.
Terminamos sempre com: “E agora, o que você pode fazer segunda-feira?”. Indicamos caminhos concretos.
Uma palestra isolada inspira. Uma trilha de palestras transforma.
Exemplo:
Módulo 1 – Constituição,
Módulo 2 – Poder Legislativo,
Módulo 3 – Participação Social.
Num país de 220 milhões de pessoas, não dá para formar todo mundo com curso de 2 anos. Mas dá para alcançar milhares com palestras bem feitas.
No fim, a palestra cumpre o papel mais importante: ela lembra que a democracia não é deles. É nossa.
E quando o povo entende que a democracia é dele, ele passa a cuidar dela.









